Seguros

Seguros

A necessidade de proteção contra o perigo, a insegurança do desconhecido, a incerteza do futuro, o medo em relação à imprevisibilidade dos acontecimentos e à perda dos bens conquistados estiverem sempre presentes na vida das pessoas. Contrate um seguro e cuida da sua família.

O que é o Seguro?

Dá-se o nome de seguro a todo contrato pelo qual uma das partes (segurador) se obriga a indenizar a outra (segurado) em caso de ocorrência de determinado sinistro, em troca de um prêmio de seguro.

História do Seguro

O seguro não é uma instituição moderna como, de forma equivocada, tantas pessoas imaginam. Sua história é muita antiga, e a sua trajetória bem longa.

O aparecimento da ideia do seguro pode ser associado a um conhecido dito popular: “é melhor prevenir do que remediar”.

A necessidade de proteção contra o perigo, a insegurança do desconhecido, a incerteza do futuro, o medo em relação à imprevisibilidade dos acontecimentos e à perda dos bens conquistados estiverem sempre presentes na vida do homem. Esses sentimentos levaram-no a criar formas de proteção para si e para seu patrimônio. Assim nasceu a ideia do seguro, fruto da imaginação do homem, que encontrou um mecanismo para sua proteção, prevenindo-se de prejuízos econômicos resultantes da destruição de seus bens.

Desde seu surgimento até os dias de hoje, a forma de seguro foi se transformando e se aperfeiçoando cada vez mais.

Os primeiros seguros

Os cameleiros da Babilônia atravessavam o deserto em caravanas para comercializar seu animais nas cidades vizinhas. Sentindo as dificuldades e os perigos da travessia, como a morte ou desaparecimento dos animais, estabeleceram um acordo: cada membro do grupo que perdia tinha a garantia de receber um outro animal pago pelos demais cameleiros.

Povos da Antiguidade como o hebreus e os fenícios, grandes navegadores, enfrentavam riscos em suas contínuas travessias entre os mares Egeu e Mediterrâneo. Por isso, procuraram uma forma de garantir-se contra possíveis prejuízos e firmaram em acordo entre si: quem perdia uma embarcação tinha garantida a construção de outra, paga pelos demais navegadores participantes da mesma viagem.

Babilônios, hebreus e fenícios realizavam acordos para cobrir perdas através da reposição de seus bens. Praticavam, de forma simples, criativa e intuitiva, a ideia do seguro como proteção ao patrimônio.

Entenda pra que serve um Seguro de Vida

Quando a gente pensa em seguro, normalmente pensa em bens materiais. Mas, se é importante cuidar das coisas que conquistamos, imagine cuidar da nossa família? Assim como você faz o seguro de carro para cuidar do seu automóvel, pode ter o seguro de vida para evitar que sua família seja pega de surpresa com despesas extras e consiga se reestabelecer financeiramente caso você venha a falecer. Por isso, pare e pense em quem depende de você financeiramente e como um seguro de vida pode ajudar sua família na sua ausência. Contrate um seguro e cuide da sua família.

Ao contratar um seguro de vida ou de acidentes pessoais, você escolhe o valor da indenização que será paga e as pessoas que irão recebê-la e pode ser usado para:

  • Oferecer segurança e estabilidade financeira temporária aos seus beneficiários em caso de falecimento;
  • Auxiliar nas despesas de quem você ama, como educação ou alimentação;
  • Pagar o tratamento e os cuidados necessários em caso de invalidez ou doenças graves.

Seguro de Vida em Grupo

CMuitos dizem que uma empresa é o reflexo de seus colaboradores, por isso cuidar da equipe é um trabalho fundamental que todo gestor deve ter em mente. Oferecer um seguro de vida em grupo para os funcionários é uma maneira de fazer isso, pois assim eles ficam mais protegidos em caso de imprevistos.

O que é o seguro de vida em grupo?

Você sabia que o Brasil é o quarto país do mundo em número de acidentes fatais no trabalho e o quinto em acidentes de trabalho? Esses dados, obtidos no site do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh), comprovam a importância de oferecer o seguro de vida em grupo aos colaboradores.

Portanto, além de investir em segurança no trabalho, o seguro de vida em grupo também é essencial, pois possui coberturas contra acidentes ou doenças que resultem em morte ou invalidez. Normalmente, é oferecido por empresas como benefício a seus funcionários e pode ser customizado de acordo com a necessidade.

Em muitos segmentos, o seguro de vida deve ser, obrigatoriamente, garantido aos trabalhadores. Essa obrigatoriedade parte de acordos coletivos de categoria feitos por sindicatos ou órgãos responsáveis e, portanto, pode variar de acordo com a função e a localidade.

Para que serve o seguro de vida em grupo?

Como dito anteriormente, o seguro de vida em grupo é um benefício que pode ser oferecido por empresas a seus colaboradores para garantir a proteção deles em caso de acidentes. Além disso, é também uma forma de diferenciar essas empresas no mercado e, consequentemente, de atrair e reter talentos.

Pensando no segurado, o seguro de vida em grupo serve como uma espécie de garantia, pois assegura que, caso algo aconteça a ele, seus familiares não ficarão desamparados. As coberturas oferecidas pelo seguro de vida em grupo são:

  • Morte;
  • Invalidez;
  • Doenças graves;
  • Despesas médicas, hospitalares e odontológicas (DMH);
  • Seguro funeral.

 

Como funciona seguro de vida coletivo?

Para responder como funciona o seguro de vida coletivo, vamos começar do início. Existe limite mínimo e máximo de número de funcionários que uma empresa pode incluir e também há limite de idade: os funcionários devem ter entre 14 e 65 anos.

Para poder ser incluso, o trabalhador deve ter boas condições de saúde — qualquer lesão ou doença pré-existente deve ser informada — e estar em plena atividade profissional.

O seguro de vida em grupo custa menos do que um seguro de vida individual e, quanto ao pagamento, existem dois tipos desse seguro:

  • Plano não-contributário: a empresa arca com os custos;
  • Plano contributário: o funcionário paga parte do valor e normalmente já vem descontado na folha de pagamento.

 

Alguns seguros cobrem também cônjuges e filhos e, para saber exatamente como funciona o seguro de vida coletivo da sua empresa, é importante se informar com a área de Recursos Humanos, pois as coberturas e indenizações podem variar.

Em casos de sinistro, o segurado ou seus familiares devem informar a empresa empregadora e ela entra em contato com a seguradora para solicitar a indenização. O código civil não considera o seguro de vida como herança, portanto esse dinheiro não é descontado para saldar possíveis débitos do segurado, seu objetivo é realmente pagar despesas relacionadas ao sinistro.

Vantagens do seguro de vida em grupo:

Além de tudo o que já citamos, existem ainda outras vantagens associadas ao seguro de vida em grupo:

  • Elevado benefício por um baixo custo;
  • Livre escolha do valor de capital segurado para os funcionários;
  • Tranquilidade para o trabalhador, pois a família não ficará desamparada;
  • Possibilidade de novas coberturas para valorizar ainda mais o benefício;
  • É mais um ponto para auxiliar na retenção e atração de colaboradores.

Previdência Privada

Preocupado com a aposentadoria?

É um clássico pensar na aposentadoria como algo que está muito distante que vai levar anos ou até décadas para chegar. O problema é que uma hora ela chega, e quem não se preveniu pode acabar com um rombo financeiro grande para resolver.

A boa notícia é que não é tão difícil assim evitar esse tipo de situação – e os planos de previdência privada estão aí para facilitar essa tarefa.

A previdência complementar tem exatamente a função de servir como uma renda adicional à da previdência pública. Com as dúvidas sobre a saúde financeira do sistema oficial, que há anos pairam no Brasil, essa indústria vem crescendo.

O que são Planos de Previdência?

Os planos são os produtos que os investidores efetivamente adquirem. Eles correspondem a uma espécie de “pacote” para a aposentadoria, com as instituições financeiras atuando na gestão dos valores e dos prazos para que, mais tarde, o investidor obtenha uma determinada renda.

PLANOS ABERTOS

Existem dois tipos de planos de previdência, e a distinção tem a ver com quem pode ou não participar deles. Os planos abertos são aqueles vendidos pelas instituições financeiras, que podem ser adquiridos por qualquer pessoa.

A previdência aberta precisa seguir as regras estabelecidas pela Susep (Superintendência de Seguros Privados), órgão do Ministério da Economia responsável pela fiscalização do segmento.

PLANOS FECHADOS

Os planos fechados são conhecidos também como fundos de pensão. Eles são criados por empresas ou outras entidades exclusivamente para atender seus funcionários ou associados.

Muda também o órgão responsável pela fiscalização, que nesse caso é a Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar), também ligada ao Ministério da Economia.

Tipos de Previdência Privada

Existem dois tipos de planos de previdência privada: o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre). Basicamente, o que influencia na escolha de um tipo ou de outro é a maneira como o investidor faz sua declaração de Imposto de Renda. Ficou confuso? Continue a leitura para entender melhor:

PGBL

Os planos tipo PGBL costumam ser indicados para quem entrega a declaração do Imposto de Renda usando o modelo completo, aproveitando benefícios fiscais. Isso porque quem contrata um PGBL pode deduzir as contribuições realizadas no plano de sua renda bruta tributável. O limite é de 12% ao ano.

Qual o impacto disso na vida real? Ora, é parecido com a dedução de despesas médicas ou de educação na declaração: na prática, o investidor poderá pagar um valor de Imposto de Renda menor a cada ano.

Se utilizar essa diferença para aplicar ainda mais no plano de previdência, a tendência é de que consiga acumular um valor maior ao longo da vida.

Em contrapartida, na hora de resgatar os recursos do plano de previdência, o Imposto de Renda incidirá sobre o valor total (o principal das contribuições mais os rendimentos).

VGBL

Os planos do tipo VGBL não incluem o benefício fiscal proporcionado pelos PGBL. Por isso, são indicados para os investidores que fazem a declaração de Imposto de Renda no modelo simplificado.

Para quem faz a declaração no modelo completo, o VGBL pode fazer sentido em uma situação: caso o investidor queira aplicar mais do que 12% da renda em previdência privada.

É que acima desse limite o PGBL deixa de valer pena, porque as contribuições não podem ser mais deduzidas da base de cálculo do Imposto de Renda.

A vantagem do VGBL é que, no resgate, o Imposto de Renda incide apenas sobre os rendimentos – e não sobre o valor principal das contribuições, como no PGBL.